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LinkedIn Ads em B2B virou commodity cara. CPL médio em SaaS no Brasil saiu de R$ 180 (2022) para R$ 420 (2025). Continuar batendo a mesma tecla não vai melhorar.
A pergunta certa: **onde mais o decisor B2B está, e como ele consome conteúdo lá?**
O canal não-óbvio: YouTube com remarketing pago
YouTube tem dois benefícios para B2B que ninguém aproveita:
- **Decisor consome conteúdo técnico longo** — pesquisa antes de comprar
- **CPM ridiculamente baixo** comparado a LinkedIn
Como rodamos
- Criamos canal próprio do cliente (ou usamos parceiro de conteúdo)
- Vídeos de 8-15 minutos resolvendo dor real do ICP
- View-through tag rastreia quem assistiu 50%+
- Remarketing pago no LinkedIn + Google para essa lista quente
CPL final: **R$ 140** (vs R$ 420 em LinkedIn direto).
ABM: o que mudou em 2025
Account-Based Marketing ficou viável para empresas médias com a evolução das ferramentas. O que funciona hoje:
Lista enxuta, conteúdo específico
50-100 contas-alvo. Conteúdo personalizado para cada uma (LinkedIn message + email + anúncio).
Multi-touch obrigatório
Decisor B2B precisa de 7-12 toques. Espalhe entre 60-90 dias.
Vendedor envolvido desde o começo
Não jogue lead para vendas após qualificação. Envolva o SDR na produção de conteúdo da conta.
O mix que está funcionando
| Canal | Função | % da verba | |—|—|—| | YouTube (orgânico + ads) | Topo + meio | 35% | | LinkedIn Ads (remarketing) | Meio + fundo | 25% | | ABM (LinkedIn message + email) | Fundo | 25% | | SEO técnico | Topo (longo prazo) | 15% |
Os erros que matam B2B
- **Achar que LinkedIn Ads sozinho resolve** — não resolve mais
- **Não ter conteúdo técnico** — decisor B2B precisa profundidade
- **Ignorar funil longo** — venda B2B leva 60-180 dias
- **Sem alinhamento com vendas** — gera lead que ninguém aproveita
Conclusão
Marketing B2B em 2025 é jornada, não impulso. **Quem entende isso colhe pipeline. Quem não, paga LinkedIn caro e culpa o algoritmo.**
